|
2005-11-15
A Trompa
Longa prosa musicada, sem versos, só uivos, uma longa experiência sacada de uma baixo, guitarra, bateria e teclas em comunhão, estilo improviso, estilo bem jazzy, num ambiente instrumental de constante reconversão sonora. Esta banda disléxica nasceu e vive. (...) Excelente e sereno início...
Rui Dinis
2005-06-06
DN: Música
Talvez por ser o primeiro disco da editora, o álbum da Zany Dislexic Band lança as sementes da própria filosofia musical da Meifumado. Algures entre o jazz e a electrónica, confiante na improvisação e na subtileza dos detalhes, na voz e na palavra, o som da Zany Dislexic Band não tem rótulo, é livre e cultiva o groove.
Isilda Sanches
2004-12-21
Blitz
É um puzzle de solução truncada, de universo vincado, com samples ocasionais vindo de paradeiros conhecidos. Como não é disco de destino certo, deixa-se rolar, sala fora, livro dentro, a aquecer o lusco-fusco das acções. Não convém é tentar ultrapassar-lhe a dolência, para não o perder de vista.
Sérgio Gomes da Costa
2004-08-12
Público: Y
(...) eis o estimulante álbum de apresentação da Meifumado, marcado por jogos instrumentais feitos em colectivo, movimentos de improviso, distensões jazzísticas que se prolongam até ao infinito, envolvidas num ambiente narcótico. É um disco de música instrumental que se desenvolve lentamente deixando o tempo fluir e com todo o espaço do mundo para se espreguiçar.
Vitor Belanciano
2004-01-01
Revista OP
Como nos momentos de plenitude de Tommy Guerrero, Money Mark ou dos Tortoise, é a inefável magia da imperfeição que abençoa estes esquissos de blues laid back com subtil atitude hip-hop e desígnio intemporal. (...) Sem dilemas, sem medos, sem culpas, tudo tão natural e tão genuíno. Portugal numa das suas cada vez mais raras visitas ao centro da música de excepção.
Bruno Bènard Guedes
|